Por alguma razão, quando uma determinada pessoa se aproxima de si, é impossível saber o que dizer. Não estou a falar de rapazes ou raparigas tímidos que ficam, geralmente, felizes por a ouvir a falar do tamanho do sofá durante meia hora em vez de serem eles a falar, estou a falar daqueles que querem conversar mas que de alguma forma você não consegue encontrar as palavras certas com as quais responder.

56 Adolescentes - Adolescentes

Adolescentes

Estes são mais complicados, porque fingem que não querem conversar. Eles querem que pense que preferiam estar a arder no Inferno, ou pelo menos no seu quarto sombrio a fumar erva, do que naquele evento. Mas, se os ignorar, eles sentir-se-ão deslocados. Qual é a regra número um? Seja normal, não os pressione e nunca tente parecer estar na mesma onda que eles. Isso vêem eles a milhas de distância. Veja o Ben Stiller em Um Sogro do Pior, se necessita de ser convencida.

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59 Celebridades - Celebridades

Celebridades

As celebridades podem deixá-la aterrada. Sim, já as viu na televisão, mas elas são exatamente como nós… só um pouco mais obsessivas. Se encontrar alguma por acaso, aja como jornalista e faça-lhe perguntas positivas sem demonstrar querer intrometer-se na sua vida. Conte algumas histórias bizarras e em breve elas sentir-se-ão bem consigo. Será bom para elas ouvir falar do “mundo real”. E não seja “lambe botas”. As mais tristes podem precisar disso, mas sairá dali sentindo-se uma idiota e as verdadeiras estrelas talentosas não necessitam disso.

Nesta época em que a fama se tornou obsessiva, é perfeitamente normal pedir um autógrafo ou uma fotografia, mas lembre-se que elas são humanas e também têm direito à sua privacidade. Use a cabeça e o coração.

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57 Idosos - Idosos

Idosos

Por definição, já viveram e viram mais do que pode imaginar. Não parta do princípio que pertencem ao passado e que nada tem a dizer-lhe. Só temos capacidade de ser mulheres modernas devido ao esforço que muitas delas fizeram. Dessa forma, a etiqueta nunca envelhece. Faça perguntas sobre os seus netos, sobre o que faziam quando trabalhavam e depois leve-os para assuntos interessantes, como a forma como lidaram com os anos de guerras mundiais ou o que pensaram da revolução sexual dos anos sessenta.

Um conselho realista: não assuma que um idoso compreenda automaticamente as suas intenções amigáveis. Diferentes gerações invariavelmente acham difícil compreender os comportamentos das outras. Tenha com os idosos um cuidado especial e mais consideração e não cometerá erros.

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55 Crianças - Crianças

Crianças

As crianças são um caso fácil se se sentir confortável com elas. Algumas pessoas possuem um medo inato de todas as coisas abaixo de 1,20 metros (se as crianças vomitam, e gritam, e fazem chichi inesperadamente, quem as pode culpar?), mas se as tratar como mini adultos, todos ficarão felizes. Não estou a falar de debaterem a política local nem de falarem de trabalho, mas de evitar vozes de bebé e perguntas paternalistas. Fale de música, programas de televisão e do Harry Potter e certamente encontrará uma ligação.

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58 Estrangeiros - Estrangeiros

Estrangeiros

Os estrangeiros ficam limitados na conversa porque, por vezes, podem não se saber falar outra língua, mas no mundo moderno há que tentar conhecer, pelo menos superficialmente, as pessoas. Se não consegue dizer algumas frases na língua do outro, pelo menos elogie o seu país de origem, se já lá esteve, e descubra mais se nunca lá foi (mas não faça perguntas parvas como: “Conhece o meu primo que vive nas montanhas?” ou “Lá de onde vocês vêm existe eletricidade?”) Seja patriótica mas nunca racista nem nacionalista, e responda a qualquer questão que coloquem sobre o seu país.

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61 Nomes1 - Nomes

Nomes

Em nenhuma circunstância deve usar nomes íntimos em público quando se dirige ao seu companheiro. Não só parecerá uma criatura patética, como arrisca a que aqueles que não têm o seu próprio “gatinho fofinho” se sintam tristes, solitários e depois zangados. É especialmente difícil manter o crédito na rua quando se refere a si como “coelhinha”. É claro que por vezes nos esquecemos. O lapso ocasional pode ser simpático, mas mais que isso já é abuso.

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