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Local, local, local…

As conversas informais em locais públicos, por exemplo, na fila do supermercado ou no autocarro, são em geral as mais difíceis, especialmente se a outra pessoa é um perfeito estranho. Seja guiada pelo seu tom de voz e o que a rodeia. Mantenha uma conversa simples e não receie concordar sempre até se sentir mais relaxada. “Sim, eu percebo o que quer dizer” ou “Sim, está mesmo frio, não está?” O mais importante é ouvir cuidadosamente, já que não está habituada ao tom de voz da outra pessoa.

Noutros ambientes sociais – visitas a casa de outras pessoas, restaurantes, bares ou clubes e, por vezes, no local de trabalho – é sempre útil ter alguns tópicos de conversa aos quais recorrer. Se os esgotar depressa, pondere, mas não exagere, nalgumas das ideias que se seguem. Se não está preocupada com o que vai dizer, mas somente quando e como, pode saltar esta parte.

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51 Conversa banal - Conversa banal

Conversa banal

As conversas iniciais são agora uma memória distante e você já é uma participante ativa no mundo social. Mas em festas, bares ou discotecas não tem necessariamente de querer partilhar a história da sua vida com todas as pessoas que lhe aparecerem pela frente. Quer apenas passar algumas horas. É aqui que entra a troca de banalidades. Sim, pode ser superficial, mas também é extremamente útil.

 

Além de ser interessante, esta mini conversa deve estabelecer:

1. Quem é quem.

2. Quem evitar.

3. Com quem falar a seguir.

Quando está a ter uma conversa banal socialmente evite os seguintes tópicos (pelo menos até ter tomado algumas bebidas ou se conhecerem bem): política, religião, salários, implantes mamários, celulite, pêlos, boys bands fabricadas, alpendres de jardim, verrugas, Afeganistão e telenovelas. Vai aborrecer ou assustar os pobres coitados de morte ou vão pensar que é uma

mentecapta. Depois de ter passado a fase das apresentações, pode perguntar: “Qual é a sua profissão?” É (normalmente) um tópico interessante e diz (sempre) muito sobre a pessoa com quem está a conversar.

Na conversa banal, o seguinte é obrigatório: não domine, oiça sempre e nunca interrompa a frase de outra pessoa só porque acha que sabe o que vão dizer ou quer concordar com elas.

E lembre-se, por vezes as pessoas simplesmente não desejam conversar ou podem ter outras coisas em que pensar. Se não obtém reação, não insista.

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50 Tópicos - Tópicos de conversa a toda a prova

Tópicos de conversa a toda a prova

As pessoas gostam de falar de si próprias e de ouvir opiniões sobre o que se passa no mundo, quer sejam assuntos triviais quer não. Se vai a uma reunião social com um espírito moderadamente curioso e uma história sobre uma celebridade, será certamente bem-vinda. Um bom conselho aqui é comprar um jornal antes de ir e ler o que se passa no mundo. Outros bons tópicos incluem:

O tempo: não é aborrecido, por vezes tem mesmo de ser discutido. Até falar sobre a chuva com amigos íntimos e família (felizardos) pode valer a pena. Ficará surpreendida com a rapidez com que isso conduz a conversas mais abertas sobre planos sociais e férias.

Atributos físicos: se alguém perdeu peso ou tem um novo corte de cabelo, fale nisso. Mesmo que as pessoas pareçam geralmente bem, pergunte-lhes o que fizeram. Esperemos que não tenha sido o cansaço que lhes tenha corado as faces. Tenha cuidado ao comentar a aparência de alguém com um terceiro – pode facilmente parecer que está a fazer mexericos e as pessoas podem ouvir sarcasmo quando de facto está a ser totalmente positiva.

O local: “Já alguma vez esteve aqui?” é um grande início de conversa, assim como “Onde fica a casa de banho?” e “Este papel de parede é um espectáculo, não acha?” Lembre-se que as perguntas exigem uma resposta e são o caminho mais rápido para uma troca a dois.

Os filhos: por mais aborrecida que ache que “aquela coisa mínima” é, os pais conseguem falar dos dentes, das fraldas e das primeiras palavras proferidas durante horas. Se não sabe o que dizer, deixe-os falar e diga um ocasional “sim” em intervalos regulares.

Uma mentira elaborada: isso chamará a atenção de todos, mesmo que depois admita que não é realmente filha de Tom Jones.

O anfitrião: mesmo que não tenham mais nada em comum, alguém os deve ter convidado. Pergunte-lhes como se conheceram – e espere que digam alguma coisa interessante a que se possa agarrar.

O trabalho: no trabalho, iniciar uma conversa pode ser fácil se falar sobre a razão por que está ali. Peça ou ofereça ajuda no trabalho ou com o equipamento e, antes de dar por isso, sentir-se-á confortável na continuação da conversa.

Uma simples apresentação: experimente, apresente-se a si própria. “Olá, chamo-me…” Mas lembre-se de evitar a moderna praga de fórmulas de apresentação como: “Então, o que é que faz na vida?”. Ninguém gosta de ser definido pelo seu estatuto, a não ser que se trate de alguém demasiado egocêntrico.

Onde quer que esteja, não tenha medo de admitir que não conhece ninguém, que é tímida ou que está nervosa. Procurei alguém que também pareça estar solitário Se estiver numa festa, coloque-se perto da mesa do bufete para apanhar as pessoas que passam e que conversam por entre a mesa de queijos. Não fique perto da casa de banho (vai parecer uma pervertida), mas fuja para uma durante alguns minutos se já esgotou os tópicos de conversa com o seu novo conhecido(a).

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