04 Nas filas - Nas filas

Nas filas

Lamentamos dizer mas não existe estratégia alguma para nos comportarmos neste tipo de situação. Tem mesmo de aguentar. Ficar na fila. Chega lá mais depressa pelo caminho mais longo… e sem confusões, tensão e aborrecimentos. É educado e justo, não só para si, como também para as outras pessoas que estão na fila.

Quando alguém tenta furar uma fila, mostre-lhe educadamente onde fica o fim da fila e dê-lhe o benefício da dúvida — exceto se a pessoa se recusar a tomar o seu lugar. Nesse caso, lamente o facto de ser ela um(a) idiota mal-educado(a) (mas com calma ou pode levar um soco).

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03 Cuidado com os palavrões - Cuidado com os palavrões

Cuidado com os palavrões

F***, esta é uma decisão difícil para qualquer mulher moderna – praguejar ou não praguejar. Sejamos honestos, todos gostamos de dizer palavrões quando estamos zangados, excitadas ou mesmo só a exprimir desagrado. No entanto, há sempre que ter em conta que existe uma altura e um tempo exatos. Pense antes de falar e dê, inclusive, uma vista de olhos à sua volta. Praguejar em voz alta numa montanha russa pode parecer a reação mais natural do mundo, mas verifique se no carro de trás vai alguma mãe a tapar os ouvidos das crianças. Existem regras óbvias para determinados grupos: sogros, nem pensar; colegas, sim! Infelizmente, aprendemos sempre com a experiência…

Uma coisa é certa, até para mulheres modernas – praguejar deve sempre ser o último recurso. Vale a pena lembrar que alguns colegas, por muito chegados que sejam, não se sentem tão
confortáveis e podem até sentir-se ofendidos, embora não desejem demonstrá-lo. Evitar a redundância e utilizar palavras mais animadas e engenhosas para se exprimir fá-la parecer inteligente, capaz e digna – especialmente numa discussão. Por isso, seja calma e opte por palavras mais simples. E lembre-se que existe uma diferença distinta entre praguejar para enfatizar uma ideia e praguejar como insulto direto. Esta última nunca é ideal (embora seja por vezes inevitável).

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05 Gesticular - Gesticular

Gesticular

Não o faça. Guarde as mãos para si. Quando não são usadas ironicamente (para uma gargalhada com os seus amigos), mostrar a alguém o dedo é muito, muito grosseiro. O mesmo sucede a um punho fechado ou a fingir que vai estrangular alguém. Deixe o gesticular em público para alegres saudações ou para chamar educadamente a atenção de alguém.

Dois aborrecimentos clássicos: apontar é uma das formas mais simples para alguém se sentir intimidado e para mostrar o seu desrespeito, e o mesmo acontece quando se fala com a mão na frente da boca numa vã tentativa de parecer discreta. Não parece nada discreta, parece apenas mal educada.

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02 Desculpa parece ser uma palavra difícil...1 - Desculpa parece ser uma palavra difícil...

Desculpa parece ser uma palavra difícil…

Mas não tem de ser. Quando alguém choca consigo, lhe pisa o pé, come o último chocolate, etc, a palavra “desculpa” devia ser de utilização comum. Se lhe tornar a vida mais fácil, peça desculpa primeiro. Mesmo que algo não a ofenda, se alguém na sua companhia está visivelmente perturbado, peça desculpa. Mesmo que ache que a pessoa é demasiado sensível, essa é a sua forma de ser, por isso, desculpe-se. Se se sentir mutuamente responsável mas quiser tornar a sua vida mais fácil, certifique-se que é bastante humana e peça desculpa primeiro. Esta pequena palavra é pacificadora e pode evitar ressentimentos e amarguras. Se é
demasiado orgulhosa para arcar com a culpa por pequenas coisas, pratique. É uma grande capacidade e não implica que seja fraca. Significa exactamente o oposto.

Tendo dito isto, algumas pessoas utilizam a palavra com demasiada facilidade — dizer “desculpa” não a absolve da responsabilidade nem lhe dá um cartão automático de “você está livre da prisão”. É muito importante, mas não deve ser vista como uma autorização para fazer o que deseja.

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01 Não complique - Não complique

Não complique

Não custa nada dizer “por favor” e “obrigada”. Isto é um facto. Se alguém faz algo por si – mesmo que não o tenha pedido e mesmo que não esteja particularmente grata, agradeça.

No entanto, com o “por favor” e o “obrigada” lembre-se que o que interessa é a qualidade e não a quantidade. Desde que ditos de forma séria ou implícitos, o número ou as palavras exatas são irrelevantes.

Nunca diga “obrigada” com arrogância. As pessoas não são estúpidas e o sarcasmo mina qualquer gesto.

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