Se uma pessoa educada é grosseira num dia, isso pode aborrecê-la durante semanas. Ela acorda com aquela sensação urgente de que já não é boa pessoa e que não esteve à altura. Como consegue uma mulher moderna e bem educada lidar com tal cenário? Enfrentar o problema de cabeça erguida é normalmente a melhor maneira…

196 Ironia - Tom de voz pouco animador

Tom de voz pouco animador

Algumas pessoas, deliberada ou inocentemente, falam com um tom sarcástico que pode ser mal interpretado. Os amigos podem habituar-se, mas um novo chefe ou sogra pode não perceber e etiqueta-la como “Miss Sarcasmo”. O melhor é falar apenas quando tem alguma coisa agradável a dizer e não falar num tom de voz inexpressivo com estranhos. O sarcasmo é a forma mais reles de presença de espírito, mas a forma mais elevada de inteligência, e embora os universitários possam gostar da sua alegria, os idiotas podem sentir-se insultados.

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194 Voltar ao bom caminho - Voltar ao bom caminho

Voltar ao bom caminho

♦ Pense naquilo que disse/fez. Existe alguma verdade nisso? Sente-se culpada porque alguém está a sofrer, mas ainda acha que devia ter dito o que disse? Se assim for, solte-se um pouco. Você foi ótima – agiu com boas intenções mesmo que todos os outros estejam a queixar-se.

♦ Peça desculpa. São precisos dois para dançar o tango, mas, se está a perder o sono, seja a primeira a pedir desculpa. Não está a voltar atrás. Está agir com grande dignidade e maturidade.

♦ Ultrapasse isso. A culpa é uma emoção muito cansativa. Você não matou ninguém (espero). Quanto mais velhos ficamos mais fácil é entender que os adultos cometem erros.

♦ Aprenda com isso. Você não é cão dura nem insensível como pensava. Não gosta de ser cruel (mesmo que seja para o melhor). Lembre-se, tempos difíceis ajudam-nos a compreender os tempos difíceis de outras pessoas. Até as experiências mais horríveis nos ensinam algo sobre as pessoas e sobre a forma como interagimos.

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195 Ser indelicada - Ser indelicada propositadamente

Ser indelicada propositadamente

Por vezes estamos cansadas, irritáveis e não nos apetece conversar com os outros que nos chateiam e cheiram a queijo. Preferíamos estar na cama, no banho ou, Deus nos livre, no purgatório, do que passar mais um minuto em conversas tão banais.

Eis como se livrar dessas pessoas rapidamente:

1. Olhe em volta quando elas falam e peça-lhes constantemente para repetirem quando terminarem uma frase.

2. Se conhecer um polícia, chame-lhe fascista. Se for uma modelo, obrigue-a a comer chocolate. Se encontrar um político, grite histericamente o que o partido dele fez ao seu país. Se for um professor, resmungue sobre os seus horários curtos e longas férias.

3. Coce-se. E aparente estar a gostar disso.

4. Pergunte à sua companhia se ela sempre foi assim ossuda.

5. Pergunte à sua companhia se sempre foi homem/mulher.

6. Namorisque com o companheiro da pessoa.

7. Grite e ria muito.

8. Coma do prato da outra pessoa sem pedir, lamba os dedos e volte a mergulhá-los no prato.

9. Finja ser neo-nazi, corretora da bolsa, fundamentalista islâmica ou analista de computadores.

10. Peça o número de telefone nos primeiros dois minutos, insista no facto de terem muito em comum e faça-se convidada para o Natal. Elas irão embora como um relâmpago.

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198 Acabar - Deixar um namorado

Deixar um namorado

Nada é tão indesejável como um homem que não percebe as insinuações. E ainda espera que tenha sexo com ele. Horrível!

Acabar uma relação com um namorado pode ser um exemplo de quando a honestidade não é a melhor política. Não faça uma lista das características repelentes que a fazem sentir-se maldisposta. Em vez disso, coloque a ênfase em si. “Não estou preparada” é uma boa. Assim como: “Não consigo dar-te aquilo que precisas e isso deixa-me preocupada.” Ponha as culpas na sua maturidade, infidelidade, insegurança ou egoísmo – mesmo que ele seja um idiota vil e egoísta, o seu único objetivo é livrar-se dele o mais depressa possível. E fazê-lo com o maior decoro possível. Faça-o em privado, cara a cara e sem hesitações. Não volte atrás com a sua palavra quando ele começa a lamentar-se.

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197 Dizer algo errado - Dizer algo de errado

Dizer algo de errado

O melhor a fazer é pedir desculpa. “Não era isto que eu queria dizer, eu estava nervosa, desculpe.” Tudo bem. “Escolhi mal as palavras. Eu não queria dizer que você é altona, só que é ossuda… como eu… vê?”  Tudo mal.

Se abriu um buraco e deseja realmente que o chão a engula, afaste-se ou mantenha-se calada nos dez minutos seguintes. Não fique a pensar nisso nem o mencione novamente, exceto se achar que aquilo que disse pode envenenar uma relação.

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